Prefeitura presta esclarecimentos ao TCM sobre obras de infraestrutura

O coordenador de projetos especiais da Prefeitura de Fortaleza, Geraldo Accioly, esteve na manhã de hoje (16) no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). O objetivo foi levar ao novo presidente do TCM, conselheiro Manoel Beserra Veras, esclarecimentos sobre diversas ações da Prefeitura. Dentre essas ações, o coordenador deu destaque aos projetos municipais para a Copa 2014, em que serão realizadas grandes intervenções em cinco importantes avenidas de Fortaleza: Dedé Brasil, Alberto Craveiro, Paulino Rocha, Raul Barbosa e Via Expressa.
Na ocasião, Geraldo Accioly se comprometeu a entregar, no próximo dia 25, uma cópia dos projetos executivos das obras ao Tribunal, quando também serão entregues à Caixa Econômica Federal para análise. Paralelamente, a Prefeitura dará continuidade aos estudos ambientais, que já estão em andamento e são necessários para o início das obras.
Além de ações como recuperação da malha viária e da iluminação pública, as avenidas Alberto Craveiro, Raul Barbosa, Dedé Brasil e Paulino Rocha também receberão o Bus Rapid Transit (BRTs) – sistema de corredores exclusivos de ônibus. Já na Via Expressa, a intervenção será realizada a partir da implantação, pelo Governo do Estado, do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), um metrô de superfície que ligará o Mucuripe à Estação da Parangaba.
O total de recursos investidos nessas cinco vias chegará a quase R$ 260 milhões, já garantidos pelo Governo Federal e pactuados com a Prefeitura na forma de financiamento através de uma Matriz de Responsabilidade. Esse documento, assinado pela prefeita Luizianne Lins, pelo governador Cid Gomes e pelo ex-presidente Lula, define o cronograma das ações do preparativo para o Mundial de 2014. As obras, previstas para serem concluídas até dezembro de 2012, trarão maior fluidez em dois importantes corredores de tráfego: uma ligação Norte-Sul (Mucuripe-Castelão) e outra Leste-Oeste (Estação da Parangaba-BR116). Em alguns trechos, essas obras implicarão em desapropriações e indenizações, que serão feitas através da negociação com as comunidades atingidas. Apenas com desapropriações, a previsão é que sejam gastos cerca de R$ 50 milhões nessas obras.

Fonte: PMF

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